Marketplace de carga. O caminhoneiro recebe só o frete que combina com o caminhão, a rota e os documentos dele. A empresa publica a carga e recebe candidatos já filtrados — com chat, contratação e comprovante de entrega no mesmo lugar.
Quem paga é a empresa. O caminhoneiro entra de graça: não paga para ver, receber nem aceitar carga.
O mesmo fluxo, visto dos dois lados.
A empresa publica com rota, janela de coleta, peso, valor, pedágio à parte e o que exige do veículo e do motorista.
Quem não tem o veículo ou a carroceria exigida nem recebe. O resto entra em ordem de compatibilidade.
Valor, janela e recado. A negociação acontece no chat da plataforma, gravada dos dois lados.
Coleta, trânsito, chegada e entrega. Foto do canhoto e do documento encerram a viagem.
Não é caixa-preta nem “inteligência artificial”. É uma conta com critérios fixos: primeiro elimina o que não serve, depois ordena.
Duas regras que não se negociam: a lista nunca é ordenada só pelo menor valor, e motorista sem histórico recebe nota neutra em vez de ser rebaixado. Quem está começando precisa da primeira viagem para ter a segunda.
Frete tem fraude, tem roubo de carga e tem regra da ANTT. Essas coisas estão dentro do sistema, não num texto de rodapé.
CNPJ conferido antes de publicar. O motorista vê o selo e a nota da empresa na tela da carga.
Vale-pedágio é campo separado do valor do frete, como a ANTT exige — não vai embutido para inflar o número.
Proposta abaixo do piso da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte acende aviso antes de ser enviada.
Chat interno com trilha de auditoria. Se a negociação sai do app, ninguém consegue provar o que foi combinado.
Documento vencido derruba a carga que o exige. Não adianta pegar e descobrir na balança.
Localização só com consentimento, por viagem. Sair da comunicação é um toque. Dados pessoais não viram produto.
Este aviso é fixo na tela da carga e dentro do chat, e não some. Negocie e confirme tudo pelo aplicativo — golpe de frete começa quase sempre com uma cobrança adiantada e um contato para fora da plataforma.
Mensalidade previsível para a empresa e nenhuma cobrança para o caminhoneiro. Todo mundo começa com 30 dias de teste.
Enterprise: API, integração com o TMS, várias filiais, compliance e atendimento dedicado — sob proposta. Operação assistida: a nossa equipe publica, liga para o motorista e acompanha a carga, cobrada por carga.
Procurar, receber e aceitar carga é gratuito. Se um dia passar a ter custo, avisamos antes — e nunca vamos vender prioridade que esconda carga nem reputação.
Não. Procurar carga, receber oferta, mandar proposta, conversar e fazer a viagem é gratuito, e a receita vem da empresa que publica a carga. Mais para a frente pode existir algum custo do lado do motorista — se isso acontecer, é avisado com antecedência, nunca de surpresa, e nada vai esconder carga de quem não paga.
Para olhar carga, não. Para pegar carga que exige RNTRC ativo, sim — e o sistema confere a validade antes de mostrar, para você não descobrir o problema na hora da coleta.
Não. O Volta Cheia não custodia valor e não assume risco de crédito. O pagamento é combinado entre a empresa e o motorista, e fica registrado na carga e no chat. Pagamento, CIOT e vale-pedágio integrados entram depois, por parceiro habilitado.
Não. A localização é por viagem e com consentimento. Fora da viagem, nada é coletado.
Estamos em piloto com um número limitado de corredores e de empresas, com a nossa equipe acompanhando carga por carga. Deixe o contato que chamamos assim que abrir na sua rota.
Tem carga parada esperando caminhão? Tem caminhão voltando vazio? Mande uma mensagem — respondemos pelo WhatsApp.